Transtornos culturais ou transtornos provocados pela domesticação e subjugação de organismos humanos a interesses não mais ligados a vida no Planeta ou com a vida da espécie parecem não indicar uma condição de Saúde ou DOENÇAS DO CÉREBRO.
Todo cérebro que está adequado com o objetivo de sua formação, ou seja, preparar condições para retransmissão de seu código genético, não adoece.
Todo cérebro de nossa espécie domesticado e subjugado à cultura será forçado a ir além dos limites projetados pelo DNA que o formou. Qualquer cérebro que assim agir provocará danos ao orgnismo como um todo, não só ao cérebro.
O que ninguém tem interesse em observar, analisar, discutir e eventualmente propor como caminho alternativo para qualquer tipo de transtorno (ou doenças do cérebro) é que como ainda somos formados e projetados com os mesmos fins que nossos ancestrais pré-históricos, deveríamos executar o plano da espécie ou do DNA formador.
Ao contrário do que nos contam desde que nascemos, não somos seres preparados (pelo nosso DNA) para viver aglomerados em grandes números de indivíduos, muito menos preparados estamos para dominar e transformar o meio que nos permite existir.
A depressão, por exemplo, é consequência de uma condição inescapável. Uma condição não comum entre humanos que vivem "ecologicamente" em aldeias sem contato com o "fantástico mundo e realidade humanas".
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